<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940</id><updated>2011-11-27T21:49:47.395-02:00</updated><title type='text'>Amigo imaginário!...</title><subtitle type='html'>Pare e Pense!..</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-736980828158810563</id><published>2011-02-28T14:47:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T14:47:05.936-03:00</updated><title type='text'>MACHISTAS SIM! E DAÍ?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Meu objetivo com esse texto é falar, melhor dizendo, propor uma reflexão à respeito do machismo, mas não um machismo como conhecemos, digo, como costumamos desmoralizar de dilacerar em críticas. A verdade é que, hoje, muito se fala e também muito se critica a respeito do machismo, ou uma cultura machista, mas uma questão sempre me incomodou a respeito dessa crítica. Quem criou o machismo como conhecemos hoje e o que é, de fato, o machismo para os homens. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fato, é que culturalmente e aos olhares dos defensores dos direitos iguais entre os gêneros, classificam o homem machista como um sujeito que, invariavelmente discrimina o outro sexo e hipervaloriza o poder de sua virilidade. Bom, este conceito, ao meu ver, não definiria o que seria machismo, entretanto, só podemos pensar a respeito de um homem ou uma cultura machista quando encontramos em sua explicação um par oposto. Então, não podemos definir o conceito de macho sem invariavelmente delimitar conceitos que se relacionam a, em primeiro momento, as diferenças, anatômicas, de gênero, culturais e, me perdoem a redundância, relacionais a respeito do incompreendido Macho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A nossa realidade cultural determina a existência de um homem machista e mais ainda uma cultura machista, mas que machista é esse? Estamos aqui colocando em foco um fator crucial na formação deste famigerado conceito, será que alguém em algum momento, digo algum homem, se anunciou pura e simplesmente&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;como um machista? Bom, eu posso dizer que eu faço isso o tempo inteiro assim como milhões de outros incompreendidos homens atores, escritores, poetas, cientistas, políticos e por que não religiosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Me considero machista sim, vivo a partir de uma ideologia machista, e ouso afirmar que muitos homens também o fazem e são orgulhosos disso. Sei que ao afirmar tal fato corro o risco de ser apedrejado por homens e mulheres que repudiam a simples palavra machismo sem ao menos parar para se questionar o que, de fato seria o machismo como uma ideologia. Fato é, que esse machismo que está tão difundido entre as pessoas, na cultura, é uma espécie de marca, um estereótipo de certos eventos, acontecimentos e estruturas sociais que repetem uma postura que desprivilegia a figura do feminino. Isto é historicamente verificável, não questiono em hipótese alguma a existência de tal discrepância e a isso podemos gerenciar um incontável de hipóteses a cerca da destruição da figura do feminino ao longo da evolução da cultura ocidental, partindo desde as relações com o paganismo à fundação da nova ordem religiosa cristã até mesmo à introdução do pensamento capitalista e da sociedade de consumo. De fato o feminino vem sendo ao longo da história humana, degradado e deposto de um determinado lugar, mas até ai, sinceramente não posso nem se quer mencionar a palavra machismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Então, se quando vamos buscar a origem dessa concepção apenas conseguimos descrever circunstancialmente eventos que apontam para a existência de uma degradação da figura do feminino, por quê este conjunto de eventos são erroneamente denominados de machismo? Seria tal conceito, um conjunto de atitudes voltadas para degradar a imagem da mulher como sendo um sujeito dentro de sua diferença? Acho que não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em todo caso, a partir dessa lógica, posso afirmar como certa ousadia que não existe de fato uma definição apurada do pensamento machista, mas acredito que podemos sim delimitar a origem e a filosofia por traz do pensamento feminista que veio em busca da igualdade, do retorno da mulher ao lugar de igual em direitos e liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta liberdade vem sendo conquistada a duras penas ao longo dos tempos, galgada a contrapassos por mulheres de fibra apoiadas em uma ideologia forte que defende a autonomia e a igualdade da figura da mulher em todos os aspectos e fatores dentro de uma sociedade. Como bom machista que sou, direi que isso é certo e errado.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por um lado concordo plenamente na ideologia feminista, mas discordo em um ponto, não existe de fato igualdade que não seja social e cultural. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A começar pela questão do gênero, da formação do corpo e por consequência de como esse corpo se relaciona como o mundo. Existem diferenças sim, neste aspecto eu defendo minha ideologia machista, homens são homens, mulheres são mulheres e as diferenças é que sustentarão minha tese sobre a ideologia machista. Tenho como proposta com essa provocação construir, ou quem sabe por ao chão uma concepção a respeito do machismo deturpada por uma postura reparacionista que deixa de lado uma substância de valor incalculável para as relações humanas, a diferença inevitável e insustentável que existe entre o masculino e o feminino. Para isso terei que retornar às origens da mitologia pagã em busca da real significação do feminino, para, a partir dai chegar ao ponto que origina tal repressão que nos dias de hoje é revelada pela estereotipia do homem machista que, se este não for um completo imbecil a respeito de seu papel social ( leia-se mal educado), não tem nem a chance de compreender por que diabos, é chamado de machista quando acredita que uma mulher não deveria pagar uma conta, ou que ele seria inteiramente responsável pelo cuidar de uma dama. Curiosamente para compreender tal machismo, teremos que nos concentrar em investigar a origem feminino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-736980828158810563?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/736980828158810563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2011/02/machistas-sim-e-dai.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/736980828158810563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/736980828158810563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2011/02/machistas-sim-e-dai.html' title='MACHISTAS SIM! E DAÍ?'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-8250763149376718445</id><published>2010-08-06T12:56:00.003-03:00</published><updated>2010-08-06T13:02:19.664-03:00</updated><title type='text'>Trecho de "A valsa" - primeira parte.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: -1.0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Havia cortes e ferimentos o suficiente para fazê-lo desistir, seus dedos, dilacerados de suas tentativas vãs de progresso, restavam em meras lembranças de um dia ágeis instrumentos de sua astúcia. O frio gélido que dobrava a nordeste, o fazia contorcer-se como se até a sua parte mais sombria se encolhesse sobre seus próprios temores, aquilo não era mais uma opção entre vida ou morte, ele apenas queria seguir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O corpo, marcado pelas dores, pendia em movimentos descompassados, conduzidos apenas por uma suave valsa que reverberava em seu peito. Aquela valsa, aquela suave melodia, que um dia lhe contaste os sonhos, agora tornara sua jornada a mais severa penitência, mas aquele som, que se confundia aos já desacreditados batimentos de seu coração, lhe ardiam os olhos num fogo, que talvez, nenhum mortal haverá de contemplar em mil anos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A neve, colorida de um branco fúnebre, caia sobre seus ombros enquanto, suas passadas cambaleantes se alternavam, sabotando-se freqüentemente em tropeçadas desastrosas, seus pensamentos já se faziam claros como a neve branca, mas a ele não parecia claro se aquela visão era uma manifestação da bondade divina, ou apenas a loucura decorrente de seu estado. Nesse momento, já não lhe restavam forças, o corpo, castigado pelas intempéries, recusou-se a prosseguir, se deixando conduzir pela impiedosa gravidade, ele arrebatou o chão recuando amargamente suas pernas em direção ao peito numa posição fetal, que vagarosamente se tornava mais e mais apagada, enquanto a neve lhe cobria as extremidades com a gentileza de uma doce amante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A dor, a desilusão e todos aqueles sentimentos, se esvaiam de sua mente a cada novo floco que se acomodava suavemente sobre sua carcaça moribunda, ele pensava que não parecia ruim desistir, até que era fácil, logo aquele frio cortante que lhe rasgava a pele se tornaria uma suave brisa de verão, enquanto a tempestade de sentimentos e pensamentos que o assombravam, se apagariam em uma agradável sensação de bem estar, naquele ponto ele percebeu que aquilo era o prenuncio de sua morte, um envergonhado sorriso surgiu de seus lábios azulados pelo frio, e por alguns segundos ele se sentiu plenamente satisfeito em deixar este mundo. Lembrou-se dos familiares e amigos, das árvores, dos bichos e todos os amores que um dia contemplou, lembrou-se das dores e angustias, lembrou-se daqueles que perdeu em sua jornada, dos amores que segaram sua visão e dos caminhos que não percorreu. Pensou que toda aquela vida, cheia de brilhos e escuridão fora mais que o bastante para satisfazer-lhe o ser, concluiu que não queria mais tais memórias e em uma voz baixa, praticamente desprovida de forças, agradeceu e as ofertou ao destino, entregando-se ao nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-8250763149376718445?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/8250763149376718445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2010/08/trecho-de-valsa-primeira-parte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/8250763149376718445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/8250763149376718445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2010/08/trecho-de-valsa-primeira-parte.html' title='Trecho de &quot;A valsa&quot; - primeira parte.'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-1719103095416422823</id><published>2010-07-26T20:46:00.000-03:00</published><updated>2010-07-26T20:46:34.474-03:00</updated><title type='text'>Malditas mentiras que os homens contam</title><content type='html'>Bom, eu menti: na verdade não menti, apenas mudei de idéia. Mudei de idéia pelo simples motivo de que acho que preto combina mais com meus belos olhos, além disso o que seria para mim&amp;nbsp;empecilho&amp;nbsp;para ser, digamos, EU?&lt;br /&gt;É verdade que para alguns escrever é um ato de bravura, mas acho que pra mim é simplesmente um ato de curtir com a cara de alguém que não entende muito bem das coisa, nesse caso eu e mais alguns mortais que ousam duvidar da verdade. Por falar em verdade, se mentir era de fato uma verdade, todos que já leram esse blog, se é que alguém além de mim já leu isso, devem estar imaginando por que diabos eu voltaria a escrever num blog abandonado, se já existe outro com temática parecida. Bom a resposta não é difícil. Os dois são uma grande mentira, e como bom amigo imaginário, ou seja, uma criatura irreal disforme e nada&amp;nbsp;digna&amp;nbsp;de&amp;nbsp;confiança&amp;nbsp;escreverei nos dois mundos, um que não é muito lá prático porém mais alegre, e outro um pouco mais, na verdade bem mais parecido comigo, vazio e obscuro (eu sei são minhas melhores qualidades). No mais.. até mais..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-1719103095416422823?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/1719103095416422823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2010/07/malditas-mentiras-que-os-homens-contam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/1719103095416422823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/1719103095416422823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2010/07/malditas-mentiras-que-os-homens-contam.html' title='Malditas mentiras que os homens contam'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-3011346637090498089</id><published>2009-10-28T17:49:00.000-03:00</published><updated>2009-10-28T17:49:56.054-03:00</updated><title type='text'>Este Blog Não será mais atualizado...</title><content type='html'>Pessoal quem leu, ou quem deixou de ler esse blog, agradeço por terem pelo menos perdido seu tempo!&lt;br /&gt;Não mais atualizarei esse blog e provavelmente ele será apagado pelo tempo. Este que foi meu lugar de ninguém não mais me pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado a todos, bem aos poucos que acreditaram!.&lt;br /&gt;Até breve!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-3011346637090498089?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/3011346637090498089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/10/este-blog-nao-sera-mais-atualizado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/3011346637090498089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/3011346637090498089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/10/este-blog-nao-sera-mais-atualizado.html' title='Este Blog Não será mais atualizado...'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-6358373607706154819</id><published>2009-10-28T17:41:00.000-03:00</published><updated>2009-10-28T17:41:36.653-03:00</updated><title type='text'>Fim de Blog</title><content type='html'>Toda aquela bagunça tinha deixado todo mundo muito agoniado, euforia, agonia, enganos e mais enganos daqueles que se julgavam &amp;nbsp;amantes, mal sabiam eles que tudo já era escrito, e seus destinos já haviam sido selados. Deles não restava mais nada além de um sentimento denso, quase sólido de nostalgia, de tempo que, talvez fossem eles apaixonados por algo, mas nunca por eles mesmos. Os olhos brilhavam em sintonia, a mesma sintonia que um dia unira aquelas almas, mero engano pensavam os dois. Nos olhos daquela que derramava&amp;nbsp;lágrimas&amp;nbsp;sinceras de um pesar doido, cada gota confirmava a certeza que jazia no fundo daquelas palavras que não haviam sido ditas. Era a outro que ela amava, era sincero aquele desejo, e mais sincera aquela dor, ele viu com seus olhos que já não se erguiam por motivos que não sabia explicar, já não a amava mais, já não a odiava mais, apenas sabia que ela amava alguém e isso o contentava, mais do que se de fato estivesse ela a ser sua. Em espasmos de consciência pensava ele ter cometido o mais vil dos pecados. Havia ele marcado &amp;nbsp;um amor verdadeiro com suas mãos imundas? Não, não era isso. Liberdade talvez ele pensou, para todos, para aquele que acreditava viver um amor e que apenas vendo cada lágrima naquele rosto desfigurado pode perceber o que de fato era o amor verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúdo a todos que conseguiram mesmo que as custas de muita dor, conseguir um amor verdadeiro! São eles aqueles que viverão a plena beleza!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-6358373607706154819?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/6358373607706154819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/10/fim-de-blog.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6358373607706154819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6358373607706154819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/10/fim-de-blog.html' title='Fim de Blog'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-8342473669101605669</id><published>2009-10-09T22:15:00.000-03:00</published><updated>2009-10-09T22:15:58.694-03:00</updated><title type='text'>Lembrete...</title><content type='html'>Por favor, me lembrem de não mexer mais com a subjetividade de alguém sem antes arrumar a minha...&lt;br /&gt;Quem mexe com clínica sabe a merda que é!&lt;br /&gt;A todos estes, peço desculpas!&lt;br /&gt;E se puderem, me perdoar, não o façam!&lt;br /&gt;Eu de fato não mereço...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-8342473669101605669?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/8342473669101605669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/10/lembrete.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/8342473669101605669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/8342473669101605669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/10/lembrete.html' title='Lembrete...'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-395441211685768870</id><published>2009-09-28T12:44:00.001-03:00</published><updated>2009-09-28T20:30:58.016-03:00</updated><title type='text'>Traços...</title><content type='html'>Em fim a glória,&lt;br /&gt;daqueles que nunca foram,&lt;br /&gt;nem querem ir mais longe.&lt;br /&gt;Mais longe do que nunca gostariam,&lt;br /&gt;mais longe de onde nunca poderam,&lt;br /&gt;nunca temeram chegar.&lt;br /&gt;Eles temem, são eles meus,&lt;br /&gt;são deles nossos, e dos nossos...&lt;br /&gt;Findam. . .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-395441211685768870?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/395441211685768870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/09/tracos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/395441211685768870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/395441211685768870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/09/tracos.html' title='Traços...'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-5934394165375004006</id><published>2009-09-17T14:36:00.000-03:00</published><updated>2009-09-17T14:50:27.437-03:00</updated><title type='text'>Da liberdade</title><content type='html'>Hoje eu gostaria de falar sobre liberdade, eu sempre me pergunto o que é liberdade, sempre questiono à luz de uma teoria estranha e cética a respeito da liberdade dos outros. Minha liberdade eu não questiono, prefiro acreditar que não a tenho, ou mesmo que a tenho, essa é a minha visão.&lt;br /&gt;O que seria liberdade se não espírito? O que seria libertar se não espírito? Será que alguém para e pensa em liberdade como um ato de amor? Será que esse ato de amor liberta?&lt;br /&gt;Certezas libertam, dúvidas amarram, certezas amarram enquanto dúvidas libertam, essa é a dinâmica do ser, do existir em liberdade, quanto mais se faz em liberdade, mais se perde em pessoa e toda vez que se liberta, perde-se um pouco de sí. De fato é um ato de amor, libertar é ceder ao fracasso, talvez ceder o ao completo testemunho de uma incoerência, deixar partir aquilo que se mais preza.&lt;br /&gt;Me causa estranheza o fato de nós, meros pedaços de carne malfazejos, não nos darmos bem com a liberdade, é nosso, é o nosso corpo que clamo pela integridade, pela posse. Questiono se não são sábios aqueles que mantém os cativos, mas me reprimo ao ver que são eles os libertos, pois são os cativos que por sí são amarras de seu senhor, quem seria então senhor sem servo? Quem seria liberto sem clausura? Seriam todos talvez, libertos, alforriados de se perceber em liberdade, acreditados de que, ser livre é andar e viver, mal sabem eles, que liberdade os aguarda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-5934394165375004006?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/5934394165375004006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/09/da-liberdade.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/5934394165375004006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/5934394165375004006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/09/da-liberdade.html' title='Da liberdade'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-4180994876328613612</id><published>2009-09-09T10:42:00.000-03:00</published><updated>2009-09-09T11:06:27.592-03:00</updated><title type='text'>Uma bobagem, alguns erros e três verdades</title><content type='html'>Há uma máxima que aprendi quando era mais jovem, uma frase que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;miha&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;vó&lt;/span&gt; me dizia, eventualmente meu pai também repetia. Naquela época eu não fazia muito bem as famosas lógicas reversas, mas eu sempre achei aquilo importante.&lt;br /&gt;" A Única certeza dessa vida é a morte... o resto são só problemas." realmente faz muito sentido, mas infelizmente essa &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;única&lt;/span&gt; certeza foi desfeita quando a tal dá lógica reversa &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;começou&lt;/span&gt; a fazer efeito em minha mente, bendita lógica, quando ela te pega é como resfriado, derruba mesmo. Minha única certeza se tornaram várias, essas varias se tornaram dúvidas, até que uma grande amigo meu, um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;comercial&lt;/span&gt; de TV muito gente boa, me mostrou a segunda máxima de minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;vidinha&lt;/span&gt; curta, ele disse com propriedade, voz firme, quase rouca de locutor( camarada &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;amigável&lt;/span&gt; aquele comercial): "A única certeza é a dúvida... é a duvida que move a humanidade".&lt;br /&gt;Então eu parei e pensei, é hora de refazer, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;já&lt;/span&gt; tinha dúvidas o suficiente para saber que aquilo, e isso não invalida vovó era verdade, eu realmente tinha mais dúvidas que certezas e isso me provocava tremeliques já que todos nós adoramos dúvidas, mais ainda a humanidade adora dúvidas, desde uma simples "que horas são" aos segredos do universo e tudo mais, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;adoramos&lt;/span&gt; dúvidas.&lt;br /&gt;Eu, muito chocado com  a&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;quela&lt;/span&gt; revelação, e mais alguns reais mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;pobre&lt;/span&gt; pois, aquele meu camarada, o comercial ( lembram dele?) acabou me vendendo um pacote de estudos, que diga-se de passagem me custou bastante caro, esse pacote também era um rapaz bem legal, mas infelizmente foi ele que me explicou a minha terceira e ultima máxima da minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;vidinha&lt;/span&gt; curta. Ele me explicou, e dessa vez não foi tão gentil como na época que o conheci, que existe mais uma grande verdade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;universal&lt;/span&gt;, e não é, como diz &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Douglas&lt;/span&gt; Adams, meu gosto peculiar a respeito de relógios digitais. Ele me disse com as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;seguintes&lt;/span&gt; palavras: "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Ei&lt;/span&gt; garoto, você &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;já&lt;/span&gt; sabe da morte e da duvida, mas vou te dizer mais uma coisa e essa, eu vou cobrar... A única certeza na vida, é a dívida!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom sobre essa terceira verdade, eu não tive muito tempo pra pensar sobre, afinal de contas to trabalhando que nem um louco pra pagar meu amigo, que por sinal não era tão amigo assim, ou talvez fosse já que ele me avisou, talvez o senhor comercial e que seja um cara &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;sacana&lt;/span&gt;, mas eu não tenho tempo pra pensar sobre isso, tenho que voltar pro trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-4180994876328613612?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/4180994876328613612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/09/uma-bobagem-alguns-erros-e-tres.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4180994876328613612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4180994876328613612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/09/uma-bobagem-alguns-erros-e-tres.html' title='Uma bobagem, alguns erros e três verdades'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-282937879332616985</id><published>2009-08-24T10:58:00.001-03:00</published><updated>2009-08-24T10:58:55.077-03:00</updated><title type='text'>Para quem janela for</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele olhava aquela janela, era bela aquela janela, toda ela e aquela janela. Imaginava quais seriam os sonhos daquela janela, imaginava como seria essa vida na janela, os livros, bons e velhos livros, lhe mostravam quanto de mundo existia além daquela janela, era ela, aquela janela que o motivava. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Janela alegre, aberta, virada pra para o sol nascente, era quente, iluminada e se chovia era triste, desconsolada, era aquela janela que ele sempre via. Havia alguém nessa janela, alguém se olhava com tristeza para fora, alguém que não era ela, alguém que queria demais aquela janela, era triste ver aquela, quem um dia fora uma janela bela, sempre aberta para contemplar, havia se tornado um depositário de esperanças de ninguém, e ele pensava, era apenas uma janela, assim como livros são livros, mas em exclamação a um certo Deus, pessoas, essas são maiores que janelas, pessoas não passam por janelas, elas constroem janelas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A sombra na janela negou, pulou a janela, ele, ainda surpreso, não olhou, não queria saber se a sombra havia virado sol, procurou nos livros, e a resposta, ela não estava lá, levantou-se e olhou aquela que era a tão contemplada janela, era bela, era completamente extasiante, mas era apenas uma janela. Olhando mais a frente, a sombra, ainda sombra, zanzava pelos campos, belos campos, além daquela janela triste, feia e pequena, vista de fora, aquela janela é uma prisão, de um quarto abafado cheio de livros e tensão, era de fato um lugar deplorável, era sombra tudo aquilo que ali repousava, mas a sombra, aquela que pulou a janela, ela não negava, não como negou a janela, continuava sombra e tentava construir sua janela, talvez, ele pensou, a sombra tenha percebido que não se pode viver sem as janelas, seria presunção demais um mundo sem janelas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-282937879332616985?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/282937879332616985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/para-quem-janela-for.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/282937879332616985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/282937879332616985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/para-quem-janela-for.html' title='Para quem janela for'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-2748017592301094516</id><published>2009-08-24T10:26:00.000-03:00</published><updated>2009-08-24T10:28:04.297-03:00</updated><title type='text'>Sonhos de épocas</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Saudade, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;O sonho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Sei não, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que nega&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Metade,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que arde&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Talvez,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que gela&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Sorriso,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que reza&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Que zela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Não mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Sentido,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que prega&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Ainda,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Não mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Se ela,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que ama&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Não vai,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Ainda&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Se ela,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que chora&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Não trai, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Não Mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Se ele Se vai, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que olha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;E ela, se esvai,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Por outros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Se nossa, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que meios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Ainda,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Não faz&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;que seja,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Que fruto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Bem vinda, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Carece&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Do olho, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Que ainda, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Que prende,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Que volta, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#99CC00;"&gt;Que Toca&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-2748017592301094516?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/2748017592301094516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/sonhos-de-epocas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/2748017592301094516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/2748017592301094516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/sonhos-de-epocas.html' title='Sonhos de épocas'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-6351123142980954098</id><published>2009-08-21T11:46:00.000-03:00</published><updated>2009-08-21T11:53:53.200-03:00</updated><title type='text'>Vento demais!</title><content type='html'>Um dia perguntei a uma nuvem,&lt;div&gt;o que tanto ela fazia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela se arrastava lenta,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como quem sem destino,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como quem não tem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua sombra pesada, arrastada pelo chão,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;um passo lento, de pesar, de solidão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao sabor do vento, é vento demais!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Evento grande demais o tal de céu...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela me disse, ela chorou,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;beijou minha testa, ela chorou,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;molhei-me em seu pranto, ela seguiu,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;limpei com a mão o seu encanto,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e o frio, tremi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É vento demais!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-6351123142980954098?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/6351123142980954098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/vento-demais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6351123142980954098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6351123142980954098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/vento-demais.html' title='Vento demais!'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-714903139327310033</id><published>2009-08-21T11:13:00.000-03:00</published><updated>2009-08-21T11:24:32.173-03:00</updated><title type='text'>Lógica</title><content type='html'>Sou eu quem me faço em cores&lt;div&gt;Das cores eu só faço amores&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se amores, eu me corto em dores&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Das dores eu me faço assim&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou eu quem me faço a calma&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da calma eu me faço forte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se forte eu me faço em sorte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da sorte eu me abraço, vivo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou eu quem me faço a salva&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da salva que se fazem flechas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Das flechas que me fazem cortes&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dos cortes que me faço inteiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou eu quem me traz a lua&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da lua é que se fazem beijos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se beijos que me fazem teus&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou eu quem me faço em cores...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-714903139327310033?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/714903139327310033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/logica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/714903139327310033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/714903139327310033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/08/logica.html' title='Lógica'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-4301501142806705331</id><published>2009-07-31T15:04:00.000-03:00</published><updated>2009-07-31T15:07:07.923-03:00</updated><title type='text'>Expressão</title><content type='html'>Eu costumo me questionar, apesar de realmente não gostar de debater a política, sobre todas as coisas que vêm acontecendo principalmente no cenário político, brasileiro. Realmente não me interesso por politicagem &lt;span class="misspell" suggestions="ginga,gringo"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;gringa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e se quiserem me chamar alienado, sou grato pela lembrança.&lt;br /&gt;Uma coisa é de se pensar sobre tal questão, estamos vivendo uma período político conturbado, marcado por uma formação governista medíocre, e de uma esquerda de virilidade questionável. Observamos toda a dinâmica, todas as familiares falcatruas, corrupções, desentendimentos, e palhaçadas públicas, penso que isso sempre existiu, sempre irá existir e de fato é necessário e gostaria realmente que esse fosse o grande problema da gestão pública em nosso pais, pois de fato esse constitui-se como o menor deles. A parte receitas &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;milionarias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; de um pais de dimensões continentais, que diga-se de passagem arranca de seus &lt;span class="misspell" suggestions="contribuentes"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;contribuintes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; uma fatia farta e sorridente de seu honrado suor, convivemos com uma politica &lt;span class="misspell" suggestions="assistência lista,assistência-lista"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;assistencialista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; débil e uma cultura &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;massificada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; da &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;contravenção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Nossa política é necessariamente produto de nossa &lt;span class="misspell" suggestions="própria,proporia,apropria,procria"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;própria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; concepção de estado, que diga-se de passagem não existe a talvez uns 40 anos, talvez tenha morrido junto com a bala que talvez tenha sido a figura marco na representação de um estado forte. A própria evolução da noção de estado, construída sob as bases &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;neoliberalistas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, formalizou a noção de um estado mínimo, agregada ao regimento de que, deve-se contemplar a população por sua noção de identidade e liberdade de escolha. Bem, até ai nada de mais, mas como podemos observar mesmo sem muita &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;pespicacia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, uma grande virada de mesa aconteceu recentemente no cenário político nacional, sabe-se lá como, a lógica &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;neoliberalista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, construiu-se como uma quimera, onde o valor da livre estada do cidadão &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;metarmorfoseou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; numa noção deturpada que se apropria das mais toscas &lt;span class="misspell" suggestions="ideias"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;idéias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; acerca do corporativismo e sindicalismo, adiciona-se ai uma pitada de ausência de políticos fortes, temos &lt;span class="misspell" suggestions="exactamente"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;exatamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; a motivação nacional, &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;baderna&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O que se poderia imaginar sobre um povo que, aparte aos próprios direitos, declama manifestações pura e simplesmente por deboche, pois é isso que de fato acontece, estou &lt;span class="misspell" suggestions="exactamente"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;exatamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; reduzindo a perspectiva para o lugar onde vivo, que ultimamente vem sendo agraciado de inúmeras fanfarras sindicalistas e corporativistas das mais variadas estirpes, motivados provavelmente pela &lt;span class="misspell" suggestions="colecção,colação"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;coleção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; outono inverno, estão provocando o caos, sob a bandeira da defesa dos direitos trabalhistas na maioria dos casos dentro da ilegalidade. Não existe controle, já que cabe ao governo intervir, tanto de maneira &lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;administrativa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; como &lt;span class="misspell" suggestions="coercitivo"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;coercitiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, mas não podemos deixar de lembrar que não existe um governo, e também não se pode perder de vista o corporativismo, logo ocorrem movimentos, pois o governo não exerce função, que não são coibidos pois os poderes, corporativistas diga-se de passagem, regem a seus próprios interesses, sendo eles prejudicados tanto pela falta de atitude do governo como pela descrença da população, então tudo deixa de funcionar, pois se pensarmos em uma visão mais &lt;span class="misspell" suggestions="sistémica"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;sistêmica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, é assim mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-4301501142806705331?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/4301501142806705331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/expressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4301501142806705331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4301501142806705331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/expressao.html' title='Expressão'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-4895486226615326992</id><published>2009-07-31T14:24:00.000-03:00</published><updated>2009-07-31T14:25:07.006-03:00</updated><title type='text'>Da necessidade do ser</title><content type='html'>Falo da necessidade do ser, ou de ser, é alo da forma que se faz iluminar quando nos é dado o favor de não sentir. Talvez escreva aqui sobre coisas sem sentido talvez até para mim mesmo, mas é justa essa necessidade, que não se pode negar, que não nos deixa devanear. Essa ansiedade, essa angustia, essa sede de servir a um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;propósito&lt;/span&gt;, seja ele qual foi, seja para quem for, seja apenas.&lt;br /&gt;Eu me pergunto agora sobre esse tempo que espero passar, meio lento, enquanto escrevo essas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;palavras&lt;/span&gt;, não consigo de fato pensar de maneira sóbria, não consigo, e isso me é um pouco estranho, articular minhas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ideias&lt;/span&gt;, que como já falei em outras, são tantas quantos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;eus&lt;/span&gt; eu puder &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;criar&lt;/span&gt;. Algo me está cortando, algo que talvez eu não queira questionar, algo que me força a caminhar, mesmo que ainda me faltem pernas, mesmo que ainda me falte esperança, eu tenho esperança. Essa, quem sabe essa valsa, que é vida, comprime toda essa minha &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;existência&lt;/span&gt;, num alucinado vácuo, ausência de ar, ausência de sabe-se lá o quê, apenas comprime, me distorce, me contorce, me mostra quem realmente sou, ou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;pelo menos&lt;/span&gt; quem deveria ser. Certo em minhas não tão não familiares dúvidas, estou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;necessariamente&lt;/span&gt; cobrindo a mim mesmo em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;determinâncias&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Nada de tempo pra pensar, como no compasso de uma peça, a cada barra, uma nova nota, a cada nota uma nova frase, a cada frase uma nova melodia, é frenético, é intenso, para mim é assustador.&lt;br /&gt;A duvida, ela me conforta, não existe fim na duvida, é uma verdade universal, é um meio, é um lugar de ninguém para gente como eu, ninguém, é o lugar de comunhão onde nada, e afirmo com propriedade, onde nada, é seu ou de ninguém.&lt;br /&gt;Mas me cabe a necessidade de existir, essa dúvida, que por tantas vezes me salvou da repulsa da humanidade, agora se faz tocada por uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;urgência&lt;/span&gt; de ser, de existir, e eu me mostro pelos olhos vermelhos e cansados, olhos de quem não quer, e de fato não deve parar para pensar, pois esta vida de existência, é por demais assustadora.&lt;br /&gt;Minha vida, nunca foi de amores, talvez nunca venha a ser, pois sou, um ser do nada. Luto para viver de escolhas, luto para viver de amores, luto para viver, mas no momento, estou apenas tentando existir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-4895486226615326992?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/4895486226615326992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/da-necessidade-do-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4895486226615326992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4895486226615326992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/da-necessidade-do-ser.html' title='Da necessidade do ser'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-5894878339419791512</id><published>2009-07-28T18:10:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T18:12:54.122-03:00</updated><title type='text'>In-verso</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As mãos cansadas tremem,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O corpo pede calma, a alma perde tempo,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A quem devemos reprovar,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A mente enferma, ainda inquieta,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Divaga num vasto eco disforme,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Inda que se atenha a uma dor enorme,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A voz calada, some,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Grito que irrompe vazio,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Calado, surdo, cansado,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em que se deve confiar,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Se a mente fraca, é a voz calada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As mãos tremulas já não questionam mais,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O tempo pede alma, e o corpo ainda perde a calma,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A voz inda calada contenta,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Divaga no verso, reverso, inverso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Inda que me atenha a uma dor tão branda,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Inda que me atenha a uma dor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Inda que me atenha a algo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-5894878339419791512?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/5894878339419791512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/as-maos-cansadas-tremem-o-corpo-pede.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/5894878339419791512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/5894878339419791512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/as-maos-cansadas-tremem-o-corpo-pede.html' title='In-verso'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-1527632972697507727</id><published>2009-07-16T11:53:00.000-03:00</published><updated>2009-07-16T11:54:26.679-03:00</updated><title type='text'>Uma trasferência</title><content type='html'>Certa vez uma colega me perguntou sobre a importância da transferência no processo de análise. Ela me questionava no sentido de que, segundo seu entendimento, a transferência deveria ser um fator dificultador do processo de análise, eu no momento, atordoado por razões que não me vêm a memória no memento disse, sem muitas explicações que o fenômeno da transferência é sim uma das condições sem a qual não pode existir a clinica em psicanálise.&lt;br /&gt;Tenho isso como opinião própria, entretanto julgo valido tentar compartilhar com que seja interessado no assunto.&lt;br /&gt;O fenômeno da transferência no processo analítico é, e digo com propriedade, a ferramenta pela qual se constrói a clinica. Para o entendimento deve-se pensar que, existe transferência em tudo, desde a interação entre analista e analisante até uma simples olhada desgostosa para uma poltrona velha largada no fundo da sala de estar. Fenômeno que foi chamado primeiramente por Freud, sendo amor transferencial pelo analista, se inscreve em cada relação onde necessariamente estará presento o sujeito.&lt;br /&gt;A relação que liga o sujeito a um outro, engendra um percurso em que, há ai, uma relação discursiva entre um falante e um ouvinte, (lembrando que linguagem perpassa a simples expressão verbal da palavra) pois o laço que se forma em cada discurso compreende a noção de um movimento em sentido a um outro que é falante de si, e falado por seu semelhante. Essa ligação torna possível aquela velha coisinha que todos nós tempos e as mães fazem questão de vangloriar, a intuição.&lt;br /&gt;Esta intuição, que prevê os acontecimentos, ao meu ver, é a expressão de que no laço transferencial existe esta tomada da fala do outro, que por talvez ironia, gera tal discurso a partir de uma instância que dentro de uma inabilidade do simbólico, agrega tal discurso ao valor de imagem.&lt;br /&gt;Falando de imagem, me recordo sobre a grande sacada da clinica em psicanálise, primariamente pensado por Freud, se aprimorou em sua palavra através da leitura de Lacan. Esta, que é talvez agrande mãe da clinica psicanalítica, se deriva do conceito primário do amor transferencial, a ponto de se entender que, é necessário uma pequeno engano para que o discurso analítico aconteça. O que se chama suposto, é aquele que, como o próprio amor Lacaniano, é aquele que não é, não que isso seja uma injustiça ou uma malandragem, pois se constrói, e isso pode ser notado em todas as relações da vida cotidiana, a partir de uma demanda, esse engano se constrói a partir da relação imaginaria do discurso, que tende sempre a buscar um outro, na clinica esse outro, digamos que ele não faça questão de existir.&lt;br /&gt;Se falarmos em discurso, o discurso do analista segundo a lógica Lacaniana, coloca o analista em uma posição em que a ele é suposto um saber, o saber do analista diga-se de passagem, é justamente o que de fato ele não é, pois este saber apenas lhe é conferido pela demanda do sujeito analisante, uma demanda imaginária, ou pode-se dizer a histerização do discurso. Então existe e é de fundamental importância que a transferência se instale em um processo analítico, pois o discurso histérico se dirige um mestre, imaginário que deve ser soberano, mas que não governe. Este contorno que ultrapassa os limites da relação analista analisante e dá forma ao que chamamos de fenômeno da associação livre, e sem a transferência acontecendo creio isso seria de fato impossível retirar a cura através da palavra.&lt;br /&gt;Acredito que outras abordagens entendam que o terapeuta deve se colocar com um colaborador do processo terapêutico, e concordo até certo ponto que isso venha a desenvolver uma cura, mas devo relembras que, ao contrário do que rezam as críticas, a imparcialidade, do analista é uma ferramente que, efetivamente tem como objetivo livrar a condição de saber, pois seria no mínimo um erro não aceitar o fato de que existe um desejo na relação analista, analisante, que não é de ninguém por direito, essa fala que se perderia, carrega toda uma rede de significantes que, só poderiam ser desvendados através do discurso, que curiosamente só se constroi quando o sujeito, supõe um saber imaginário. Este supor quebra, aquilo que chamamos de repetição, trazendo os movimentos não percebidos do discurso, a uma ordem passivel de significação, pois é da ordem do simbólico que surge a cura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-1527632972697507727?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/1527632972697507727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/uma-trasferencia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/1527632972697507727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/1527632972697507727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/uma-trasferencia.html' title='Uma trasferência'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-6258717536430080452</id><published>2009-07-07T16:00:00.000-03:00</published><updated>2009-07-07T16:19:26.323-03:00</updated><title type='text'>Atualização</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Nem sempre as coisas acontecem do jeito que agente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;planeja&lt;/span&gt;, nem sempre a vida obedece aquele padrão sublime que nos ensinam todo santo dia. Viver essa vida cheia de contradições é no mínimo uma tarefa &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;difícil&lt;/span&gt;, para mim, talvez um pouco mais, afinal de contas, como bom ninguém eu tenho não existir! &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;As infames teorias, as infames terias da psicologia de toda uma vida, ou mesmo a&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;quelas&lt;/span&gt; aprisionadas nos livros, são uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;confraternização&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ideias&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;ridículas&lt;/span&gt;, articuladas, muito bem diga-se de passagem para manter nós, as ovelhas, sempre atentas ao mundo, que por ironia continua a mesma coisa, que não seja por seus movimentos cósmicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Eu também quero fazer movimentos cósmicos! Depois de uma recentes acontecimentos "da vida" e de muita vontade de realmente entrar na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;ninguemdade&lt;/span&gt;, resolvi tentar fazer meus próprios movimentos cósmicos. Péssima &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;idéia&lt;/span&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;E eu fico me imaginando, se a nossa querida terra gira, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;em&lt;/span&gt; torno de si mesma, ela gira em busca de quê? Sua amiga lua que rodeia sem descanso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;tentando&lt;/span&gt; acalmar sua lamuria? O sol seu amado ponto de vida? o que será que promove esse movimento cósmico?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Essa resposta me foi dada por uma nuvem que passava sobre um ponto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;ônibus&lt;/span&gt; qualquer, ela passou vagarosa e tristonha levada sem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;direção&lt;/span&gt; enquanto sua sombra rastejava pelo solo rachado de asfalto. Ela me disse sem palavras quando as primeiras gotas começaram a cair e derramar em meus óculos, ela sabia que eu lhe perguntava com todas as minhas forças e derramando suas lágrimas me contou o quanto é solitário velejar sem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;destino&lt;/span&gt;, observando sua amada terra de longe, apenas podendo lhe tocas com suas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;lágrimas&lt;/span&gt;. Sua sombra de pesar se arrastava, era uma lembrança, talvez uma esperança. Mas ela me disse, era inveja! Inveja daquelas que um dia beijaram as imponentes montanhas desse mundo!.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Com uma leve brisa fresca ele seguiu o caminho dela, e eu o meu, meu &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Deus&lt;/span&gt;, quanta semelhança!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-6258717536430080452?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/6258717536430080452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/atualizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6258717536430080452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6258717536430080452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/07/atualizacao.html' title='Atualização'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-2428092049416974261</id><published>2009-02-12T20:32:00.000-03:00</published><updated>2009-02-12T20:40:52.704-03:00</updated><title type='text'>Deus le Voult!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial; font-size: 13px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do sem luz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do mestre à cruz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do que trás a fome&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do que nos mata, a fonte&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do desejo alheio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que torna o bem, falácia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do sem pele&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;De alguém&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;De ninguém que seja&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Do que a fome diz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que diga algo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que traga ao trono&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja dono o fiel vassalo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja o mesmo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja o outro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja aquilo que diz o morto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja o nada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja a fonte&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que traga o vinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que faça a ponte&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja ela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;O mestre algoz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja feita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;A vossa voz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja o pranto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;A lei e o canto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Que seja minha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Apenas minha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-2428092049416974261?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/2428092049416974261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/02/deus-le-voult.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/2428092049416974261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/2428092049416974261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2009/02/deus-le-voult.html' title='Deus le Voult!'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-6259776390506308526</id><published>2008-11-20T14:32:00.001-03:00</published><updated>2008-11-20T14:55:47.256-03:00</updated><title type='text'>Sem título</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; widows: 2; orphans: 2"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: medium"&gt;As vezes a única coisa que a gente tem vontade é de deitar, as vezes o corpo físico só se sente confortável quando está deitado, inerte, não digo dormindo, digo deitado inerte. De olhos abertos, parado no tempo, perdido no tempo e no espaço mas ali, bem localizado, ali, em cima da cama, inerte, confortavelmente inerte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; widows: 2; orphans: 2"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: medium"&gt;As vezes eu penso que é estranho pensar como  é prazeroso ficar ali, parado, apenas curtindo a simplicidade do não existir mesmo que por alguns minutos. Eu pessoalmente tenho medo dessa perspectiva, medo de que esses minutos virem dias e esses dias se tornem  uma vida, medo também da possibilidade de que esses dias virem uma vida se torne uma proposta tentadora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; widows: 2; orphans: 2"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: medium"&gt;Nessas horas a gente começa a maquinar asneiras, de repente passa um pensamento pela cabeça “Ah eu poderia ficar aqui a minha vida inteira, é tão bom não existir” e logo em seguida “Por favor alguém me tire daqui!”. É contrasteante e é real, pois geralmente os motivos pelos quais o faz pensar em permanecer são os mesmos que o faz pedir ajuda, mas nem sempre funciona. Estando lá, confortavelmente inerte você acaba percebendo que   para se manter inexistente é necessário quebrar os vínculos e ai começa uma agonia pois se percebe que não existem mais vínculos, pois essa tentativa de quebrar acaba se manifestando bem descaradamente como um pedido aflito de ajuda para quem quiser ouvir. Mas ninguém ouve por que estamos confortavelmente inertes e os vínculos, aqueles que realmente poderiam quebrar já não existem mais, não existe mais apelo, não existe mais devoção, apenas o deitar e não é atoa que o corpo físico só se sentir confortável quando está deitado, inerte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; widows: 2; orphans: 2"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: medium"&gt;As pessoas vivem da tristeza, as pessoas vivem da alegria, da morte ou da vida, agora tentem se imaginar viver do nada, é confortavelmente inerte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; widows: 2; orphans: 2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-6259776390506308526?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/6259776390506308526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/11/sem-ttulo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6259776390506308526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6259776390506308526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/11/sem-ttulo.html' title='Sem título'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-7043929068321707538</id><published>2008-10-30T09:19:00.000-03:00</published><updated>2008-10-30T09:27:33.256-03:00</updated><title type='text'>Suposto saber é como voar, é só cair e errar.</title><content type='html'>Estava conversando com uma conhecida um certo dia sobre assuntos banais da escola, ela me dizia como escolhia suas matérias utilizando como critério não o horário mas sim o professor. Achei muito interessante, pois até então, nunca me atentei para o fato de que eu podia escolher quem iria ministrar ou administrar o saber, mas isso, se poderia dizer, é um caso aparte.&lt;br /&gt;No desenrolar da conversa, e no explicar do que seria um bom professor surgiu uma expressão que se pode dizer curiosamente curiosa. Ao falar de um certo professor que tinha passado por sua história a conversa acabou passando por um tema da humildade, pois, segundo a analise da falante, o professor, ele sabia do que falava e mostrava a todos sem pudor, e ao mesmo tempo quando questionado por seus pupilos, tentava argumentar como a humildade de um aprendiz, buscando fazer do saber não um construto, mas sim uma construção.&lt;br /&gt;“Ele tem um suposto saber, agente sabe que ele é fera, mas quando agente quer tirar uma dúvida, ele escuta e com um ar de humildade trás os argumentos que explicam ou elucidam a dúvida” Para tudo! Suposto saber, eu pensei, pode-se se pensar como o amor, é dar o que não se tem, melhor, é como diz Douglas Addams, em O guia do mochileiro das galáxias, é como voar, é só cair e errar!&lt;br /&gt;Suposto saber, vamos entender, pela palavra, no seguinte sentido, um suposto saber, é algo que engana, ou algo que se engana, melhor que erra seu objetivo. Como na série de Douglas Addams, para voar é necessário cair e errar, a explicação parece a priori um tanto esdrúxula, mas partindo para uma analise mais sistêmica, cair e errar poderia se pensar em possibilidades, segundo a física, ou em permissões segundo a psicanélise.&lt;br /&gt;Então vamos começar pela física, todo evento tem uma chance de acontecer, todo fenômeno é passível de não ocorrer, ou seja, é realmente possível uma pessoa atravessar as moléculas de uma parede sólida, basta que ela faça tentativas suficientes. Isso não é bobagem, é física contemporânea, então se por uma ironia do destino, melhor dezendo se existisse uma forma de restringir as possibilidades infinitas a um palpável de realidade, algumas pessoas realmente teriam a capacidade de voar. Mas a relação entre isso e o suposto saber, sim eu sei que não parece ter relação, mas pense comigo, cair e errar o chão significa dizer que a toda poderosa lei da gravidade são era tão poderosa assim, ou seja ela comete erros, isso identifica, segundo a paródia do vôo que se pode entender eventos “plenos” como sendo não tão plenos assim, a partir daí vamos pensar em permissão, que é o objetivo de explicar a comparação.&lt;br /&gt;Cair significa sair de uma posição, puxado por algo que detém a força necessária para conduzir ao objetivo, no caso a queda. O chão é o inevitável, acho que ninguém conhece alguém que caiu de algum lugar e não teve uma conversa de pé de ouvido com o chão, o solo para os espertinhos, o objetivo da queda é o chão, todos nós sabemos disso, o chão é o mestre, ele é o detentor do saber, apenas esperamos dela, em queda, que seja suave, mesmo sabendo que ele, o chão, é sempre implacável. O mestre é do saber o detentor, e a ele seus alunos se dirigem apenas a espera do inevitável, se ele sabe eu vou aprender, mas o fato mais importante é que ele sabe. E se por algum motivo o chão abrir mão desse lugar de destino? E se ele abrir mão dessa posição de certeza?&lt;br /&gt;Suposto saber é com cair e errar, você tem certeza de que vai cair, e o chão é o limite(perdoem o trocadilho), o impacto da queda, a dor do encontro com o inevitável o intrasponível, mas quando o chão abre mão desse lugar de certeza ele engana e é enganado, é proposital pois é certo que a dor do impacto irá chegar, mas o chão se diz ser a certeza do impacto, ele abre mão do lugar que lhe é de direito e permite ao, como posso dizer, em queda, fantasiar a respeito, pois aquele que lhe era o final, o inevitável não responde desse lugar, isso é suposto saber, minha colega tecia elogios para um professor que, deixava claro que sabia o que estava falando, ele era o chão, inevitável, ele era o sábio, o amado, aquele que a queda busca, mas ele abriu mão desse lugar de certeza para se colocar também no lugar de amante, o ouvir humilde, a argumentação suave, coloca o professor no lugar do chão, e ele abre mão desse lugar, é apenas um suposto chão, é apenas um suposto final, é apenas um suposto saber.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-7043929068321707538?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/7043929068321707538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/suposto-saber-como-voar-s-cair-e-errar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/7043929068321707538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/7043929068321707538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/suposto-saber-como-voar-s-cair-e-errar.html' title='Suposto saber é como voar, é só cair e errar.'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-6894745961816805589</id><published>2008-10-23T10:14:00.000-03:00</published><updated>2008-10-23T10:28:17.298-03:00</updated><title type='text'>De quem não tem o que fazer</title><content type='html'>Estou aqui, sentado na frente de um pc da minha faculdade, lendo revista em quarinhos e fuçando o blogs na internet, de certa forma pensando, obviamente além da trama da revistinha, no que se pode entender com a trama dessa vidinha mais ou menos que agente tem.&lt;br /&gt;Uma Revistinha aqui um trabalho ali, de quando em vez alguns palavrões de emputecimento, mas no geral é bem mais ou menos a nossa vida. Mas as varias perspectivas dessa vida mais ou menos me tentam a refletir sobre simplesmente nada, o texto é vago e esse é o objetivo, ser vago, mehor dizendo, esvaziado de sentido. Só tive curiosidade, motivado pela pura falta do que fazer, a escrever algo realmente pertinente a minha personalidade, vaga, lindamente vaga, que me permite, em horas sorrir, em horas chorar, e em horas ser literalmente vago, ao passo que você, lendo esse texto vai se perguntar o que tem a ver falta do que fazer ser vago?  E a vaca verde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerro minha reflexão com duas tópicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;A vaca verde Voa de costas num lago cheio de sapatos nadadores esportivos!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;O crônista é sensivel ao mundo, ele tem a capacidade de ver as verdades através da barreira do mundano!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-6894745961816805589?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/6894745961816805589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/de-quem-no-tem-o-que-fazer.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6894745961816805589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6894745961816805589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/de-quem-no-tem-o-que-fazer.html' title='De quem não tem o que fazer'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-7251726661268660367</id><published>2008-10-12T12:08:00.000-03:00</published><updated>2008-10-12T12:20:42.223-03:00</updated><title type='text'>Da Humanidade, Vaidade e perversão</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Dá um desconto texto antigo, nessa época eu ainda engatinhava em psicanálise)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Seria possível afirmar que a humanidade se organiza de maneira perversa e conseqüentemente seria ela naturalmente desviante, quando são analisadas relações cotidianas entre pessoas, nota-se que suas relações são determinadas marcadamente pelo prazer. Freud mostra em seus trabalhos que tudo se baseia na gestão dos impulsos instintivos de sobrevivência, e quando comparados humanos e animais ditos inferiores, percebe-se que as relações humanas são realmente deformadas pois em situação normal os animais buscam, na maioria dos casos satisfazer seus impulsos da maneira mais “retilínea” possível. Podemos notar esse aspecto nos ritos de acasalamento e na dinâmica comportamental das espécies.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Naturalmente os animais se organizam de maneira tal que suas relações se limitam apenas ao ato de manter-se vivo e perpetuar a espécie, se analisarmos a relação de gênero, veremos que geralmente os indivíduos que realmente precisam marcar sua presença são os machos, pois são elas (as fêmeas) que possuem a real capacidade de procriar e por isso são seletivas, buscam sempre o mais apto à sobrevivência. Já ai podemos observar uma característica que se poderia chamar perversa, pois nós, os seres humanos, somos uma das poucas espécies senão a única a inverter os papeis na relação de gênero. Essa característica foi introduzida através da representação social aliada ao sedentarismo, então podemos entender que entre os seres humanos, as mulheres negam completamente a sua capacidade genitora em detrimento de sua necessidade (leia-se castração) de ser um homem ou no caso, adquirir o falo simbólico abrindo, mão da sua posição de seletora para uma consolidação de atitude subalterna.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Então podemos observar claramente que as relações são perversas em seres humanos, mas poderíamos nos manter nesse patamar comparando um ser de vasta complexidade sociocultural com animais ditos não racionais. Porém poderia então me arriscar a afirmar que não só a humanidade é naturalmente perversa como qualquer outro tipo de  vida capaz de se organizar socialmente. Por Exemplo: alguns primatas, assim como nós possuem a capacidade de copular sem necessariamente estarem em período fértil (e o fazem), então nesse caso, pode-se dizer que existe ai um comportamento aflitivo/afiliativo, discriminando a existência de um desenvolvimento, mesmo que primitivo, de suas pulsões, que pode ser entendida ai com a ‘mãe’ de toda a subjetividade, no entanto, estes primatas também se apegam eventualmente à masturbação, então seria isso uma prova de que esses primatas possuem estruturação da libido, e que os mesmos são capazes de determinar um outro objeto, que não necessariamente o ato sexual propriamente dito? Então, diante dessa afirmação poderia ser dito que todo tipo de relação complexa sendo ela elaborada ou não possui traços perversos e que são comuns à animais que possuem a capacidade de formar sociedades estruturadas através de vínculos afiliativos/aflitivos, como alguns primatas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Ao meu ver a perversão não é, de fato, um fator relativo ao desenvolvimento cognitivo e sim a caráter social, nossa sociedade se estrutura de maneira perversa, pois somos sedentários, assim como alguns primatas. A primeira vista, parece ser um conceito estúpido, porém se pararmos para analisar, a formação das estruturas sociais perversas, está intimamente ligada à representação social e conseqüentemente ao sedentarismo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Partindo de um pressuposto de que animais solitários precisam se empenhar em permanecer vivos, a partir do momento em que se organizam, passam a demandar menos energia e menos tempo a essa tarefa, esse, o benefício da organização em grupos, permite a esses indivíduos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;utilizarem uma quantia maior de seu tempo para garantir que a manutenção das relações de grupo os mantenha unidos, e dessa forma são criados os vínculos afiliativos. Pode-se imaginar então que, os indivíduos não têm mais uma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;urgência em se manter alertas, e conseqüentemente não é mais tão necessária a apresentação de características facilitadoras da sobrevivência, ou seja, não mas se faz necessário o ritual de acasalamento voltado para a perpetuação da espécie. Colocamos então o raciocínio em um ponto crítico, pois não existindo mais a necessidade de encontrar obrigatoriamente uma parceira, o individuo macho pode passar a esperar que seja cortejado e em contrapartida a fêmea não mais precisa escolher apenas o mais forte e sim o que lhe parecer mais conveniente, com isso podemos notar que a relação dentro deste grupo se tornará baseada não mais na pura demanda de sobrevivência e se vinculará à relações de demandas outras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 100%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;E se pensarmos como seres capazes de se estruturar em grupos podemos cogitar a possibilidade destes seres assumirem representações semelhantes às representações humanas, como por exemplo a necessidade que os serem humanos possuem de possuir um marco de característica relevante (falo Simbólico). Podemos então, a partir desta breve discussão, identificar um começo de uma organização social e já se pode também esboçar uma noção de comportamento perverso naturalmente inserido pela organização social complexa que foi inflada em conseqüência do sedentarismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-7251726661268660367?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/7251726661268660367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/da-humanidade-vaidade-e-perverso.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/7251726661268660367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/7251726661268660367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/da-humanidade-vaidade-e-perverso.html' title='Da Humanidade, Vaidade e perversão'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-6764267838088641096</id><published>2008-10-12T10:25:00.000-03:00</published><updated>2008-10-12T11:06:27.483-03:00</updated><title type='text'>Dos "Ésses"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'Times New Roman';"&gt;&lt;div style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; width: auto; font: normal normal normal 100%/normal Georgia, serif; text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Tá, tudo bem, tem tempo que eu não coloco nada aqui, mas é porque eu realmente ando meio desanimado com as coisas. Faculdade, responsabilidade, problemas, passional, racional e tantas outras complicações da vida e dos desertos, mas ainda sim escrever sobre esse grande sarcasmo cotidiano seria curioso, mas curioso a tal ponto que seria para mim e, obviamente, para quem lê, desgastante, ou pelo menos gozado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt; &lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Sim, e então esse escrito não tem um objetivo específico, até por que se tivesse não seria meu e além do mais as coisas sem sentido ultimamente têm sido meu objetivo de vida, ou de morte quem sabe. A grande importância da coisa é: não fazer sentido algum, por que a vida não carece de sentido e curiosamente a loucura não carece de sentido, então somos loucos, e seus problemas, incomunicáveis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt; &lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Como já dizia tio Jaquinho, "A loucura é um flerte com o sem sentido" e por sinal, nossos desertos são bastante carentes de sentido, então por que sentido, se na verdade essa coisa de S1, S2, S3 é realmente chata, porem necessária, afinal de contas a danada da cosia volta, e volta sempre quando o sentido vai embora. Alinhar os "Ésses" nos ajuda a cortar o elo do sem sentido, ou por melhor dizer, ajuda-nos a acalmar a coisa em sí e é por isso que de vez em quando agente acorda respirando aliviado por ter sido apenas um sonho e engraçado, agente acaba contado para alguém, "nossa tive um sonho tão louco que acordei e agradeci por esrtar de volta à realidade" e "pimba" a coisa morre, melhor dizendo a palavra mata a coisa e nós, aliviados do trauma de encontrar a verdadeira realidade, a do sem sentido, voltamos a alinhar nossos "Ésses" um atrás do outro, negando e sempre negando, a beleza da loucura do Coringa e do Batman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe qual é a grande sacada da loucura?&lt;br /&gt;Sabe porque a loucura e o sem sentido nos provocam tanto fascínio e temor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A loucura está CERTA, e ela SABE DISSO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-6764267838088641096?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/6764267838088641096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/dos-sses.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6764267838088641096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/6764267838088641096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/10/dos-sses.html' title='Dos &quot;Ésses&quot;'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-7839580830714972553</id><published>2008-08-25T19:15:00.000-03:00</published><updated>2008-08-25T21:35:20.656-03:00</updated><title type='text'>Do Sucesso do Fracassado</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link style="font-family: times new roman;" rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CPC%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt; 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É através desse resultado que se pode determinar o caminhar de um nível de adequação de um grupo em uma comunidade estruturada como sociedade de consumo, que se entrelaça através de recursos de mais valia e permeiam inegavelmente todos os tipos de relação mensuráveis, isso não nos permite então, deixar de lado o poder da influência do consumo, não somente no desempenho escolar, mas também em toda a dimensão de uma cultura estruturada a partir do descarte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;font-family:times new roman;"&gt;Poder-se-ia então imaginar uma definição para uma cultura “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Sociapitalista&lt;/span&gt;”, ou seja uma sociedade capitalista que manifesta uma condição patológica &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;sociopata&lt;/span&gt; justificável no desejo do consumo, de um mal que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;prióri&lt;/span&gt; poderia ser definido como o sucesso do fracassado. Importante, neste caso, não é, de fato, quem detêm o saber, pois nem sempre as pessoas que transmitem esse conhecimento são as reais produtoras do mesmo. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Bauman&lt;/span&gt; também afirma que, os professores dotados das qualificações necessárias para ministrar esse conhecimento são mais notáveis pela sua ausência, mas ainda sim o vendem e naturalmente os consumidores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;adotam&lt;/span&gt; como prática, a aquisição desses bens variados, que englobam inúmeras vertentes e tendências, sejam elas pautadas em identidade moral ou intelectual assim como as outras, já bem delimitadas pela sociedade de consumo. Aquele que sabe ensinar, não o faz pelo fato de não possuir tempo para isso, pois geralmente está ocupado demais tentando transformar esse conhecimento em algo que literalmente possa gerar lucro, e consequentemente. que possa ser passível de consumo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;É benéfico para a sociedade e para o sistema &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;econômico&lt;/span&gt; que os indivíduos de sucesso sejam consumistas, os estudantes de sucesso apenas serão profissionais de sucesso se e somente se os mesmos forem consumistas, o que remete a um questionamento epistemológico, o que são os estudantes de sucesso? São aqueles que aprendem ou aqueles que são eficientes na &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;manufatura&lt;/span&gt; do aprendizado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;font-family:times new roman;"&gt;A partir do momento em que se é aprovado, naturalmente se pode pensar em algum tipo de teste, e que por mérito, foi decidido que o indivíduo tem capacidades e competências para realizar tal tarefa, isso é, sem exageros, uma troca em relação trabalhista, ou seja é consumo. Os futuros profissionais de sucesso são aqueles que conseguem consumir o aprendizado, são os fracassados, entretanto entranhados nessa lógica, só poderão obter algum sucesso se a eles for permitido um espaço para que se possa consumir aquilo que lhes foi ensinado, aquilo que possam fazer, e a partir daí se tornam reféns de sua própria sombra, pois são rodeados por uma ameaça constante de mudança, o que induz a uma preocupação exacerbada com o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;efémero&lt;/span&gt;, evidenciando a transitoriedade das relações apropriadamente denominada por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Zygmunt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Bauman&lt;/span&gt;, como a modernidade líquida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="times new roman" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Segundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Bauman&lt;/span&gt; “a educação continuada administrada pelo mercado não fornecerá aquilo de que a “economia” realmente precisa” o que remete a uma reflexão sobre o que pode ser considerado a falência (diga-se fracasso) da escola, é a partir desta evidência que se pode buscar uma “solução” para o problema, ou não, pois essa estrutura aparentemente se auto-sustenta pela regra e não pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;exceção&lt;/span&gt;, e a partir do entendimento do dito sucesso do fracassado é que se poderia repensar de que forma o sistema educacional contemporâneo tem a contribuir, não mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;adotando&lt;/span&gt; uma postura “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;pseudo&lt;/span&gt;-sólida” mas se adequando à tendência natural da constante evolução da cultura.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%; font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14" &gt;Agradecimentos&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" &gt; ao &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15" &gt;responsavel&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" &gt; pelo blog Pedra de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16" &gt;Mármore&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" &gt; (Renato de Morais) ,por &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17" &gt;ter&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" &gt; me ajudado a construir essa &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18" &gt;ideia&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-7839580830714972553?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/7839580830714972553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/08/do-sucesso-do-fracassado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/7839580830714972553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/7839580830714972553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/08/do-sucesso-do-fracassado.html' title='Do Sucesso do Fracassado'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-3028220762275440239</id><published>2008-08-24T21:29:00.000-03:00</published><updated>2008-08-24T21:30:51.825-03:00</updated><title type='text'>Do amigo ao mante.</title><content type='html'>A vida trás as coisas de maneira sutil, e ninguém nunca vê antes do tempo os cominhos a serem percorridos, é difícil não saber onde se encontra a próxima curva e literalmente, porém bem mais fácil, tentar encontrar o fim da estrada, são essas minhas controvérsias que me permitem refletir sobre “o quê” sou seu.&lt;br /&gt;São palavras confusas, de pouca lógica e muita violência, pois cada tecla sofre o peso da contradição assim como eu, não, isso, prende a respiração buscando o ar que lhe falta. Lhe falta ar, lhe falta ar... E eu clamo a Deus que lhe falte a dor, que lhe falte o pranto, que lhe falte o ar e então que na agonia dos sem vida não lhe falte o amor.&lt;br /&gt;Lembre que cada passo é dado em cada passo, e que é você, não, eu, não, nós é que decide o que lhe falta e mesmo que lhe falte o ar e mesmo que lhe falte a dor, e mesmo que lhe falte o pranto você terá sempre o amor, quando ou até quando a agonia dos sem vida lhe trouxer a paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em holocusto ao bem viver!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-3028220762275440239?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/3028220762275440239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/08/do-amigo-ao-mante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/3028220762275440239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/3028220762275440239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/08/do-amigo-ao-mante.html' title='Do amigo ao mante.'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-516462870588147075</id><published>2008-06-25T15:32:00.000-03:00</published><updated>2008-06-25T15:34:30.944-03:00</updated><title type='text'>Do lado de lá.</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CANTONI%7E1.MIR%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;É verdade que algumas de nossas palavras são hipocrisia, algumas das minhas de fato o são, para falar a verdade grande parte delas. Não tão diferentes de mim são os humanos e suas palavras doces são tão hipócritas quanto eles próprios, não me incluo neste grupo pois sou pior que eles, finjo ser minha a hipocrisia do mundo que nego ser minha afirmando ser de mundos distintos do meu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sabias palavras de um nobre colega que me fizeram pensar um pouco sobre ser alguém de fato. Um belo dia um amigo me criticou dizendo ter notado um discurso hipócrita na minha fala e de fato era, como ele mesmo colocou, perdi-me na crítica e adotei o lugar do hipócrita.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Estava tão certo, meu caro colega, que nem pude defender-me de minhas próprias acusações e elas, que eram minha arma contra a hipocrisia se tornaram em minhas próprias mãos meu sangue vermelho vivo mas nem tanto pulsante. Dúvidas cuspidas ao vento vagam em vão, mas não eram todas em vão, meu lugar de algoz é um lugar confortável para quem senta e tremendamente atraente para quem necessita, mas não tão dolorido para quem observa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;É perdendo as palavras que normalmente encontro sentidos, mas ultimamente eu tenho encontrado palavras demais para nenhum sentido, aqueles vários “eu” estão carentes de sentido e não de palavras. Discursos hipócritas penetram esse meu lugar de algoz, mas eles não são hipócritas são apenas apaixonados, temerosos de uma desilusão ou mesmo incinerados por alguma coisa que não se pode explicar, por que afinal de contas é um lugar não tão doloroso para quem observa.&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;Um colega me mostrou minhas palavras tortas, um amor me mostrou minhas palavras tortas, uma vida me mostrou minhas palavras tortas e eu espero que eu possa um dia mostrar a eles o sentido pelo qual continuo profanando minhas virtudes com palavras tortas&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-516462870588147075?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/516462870588147075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-lado-de-l.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/516462870588147075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/516462870588147075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-lado-de-l.html' title='Do lado de lá.'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-1106754280009334280</id><published>2008-06-18T19:37:00.001-03:00</published><updated>2008-06-18T19:37:20.433-03:00</updated><title type='text'>Do meu Deserto</title><content type='html'>Nem sei por que escrevo, na verdade só escrevo pra me desfazer das dúvidas, e eventualmente colocar algumas dúvidas em alguém, parando para pensar é isso que me motiva a escrever mesmo entendendo mal a minha língua e sendo mal entendido como sempre. Então escrevo por algo, ou para algo, ou mesmo para alguém, um amigo imaginário talvez , ou vários, talvez um que escute as palavras escritas, talvez para que apenas critique, mas no fritar dos ovos eu escrevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de ideal ou senso de justiça ou coisa parecida minha ordem é caótica e carente de sentido, mas sou eu uma pessoa moralista, que não preza pelo principio da moral e ao mesmo tempo defende com pouca atitude a moral do saber. Construir em palavras as minhocas que habitam o meu pensamento é tarefa difícil para mim e para todos aqueles que habitam a mim mesmo, sejam eles o que quiserem quando quiserem ou em síntese como acharem melhor. Problema é que são muitos e todos eles pensam ao mesmo tempo, uns são racionais, outros abstraem o real, outros constroem outros, que constroem outros mundos, outros “eu”, a maior parte deles é ninguém, mas todos eles pensam, pensam como eu e na maioria dos casos discordam de minha opinião, pensam como Freud e na maioria dos casos discordam de minha opinião, pensam como Sócrates e na maioria dos casos eu chego a conclusão que não se posso concordar comigo mesmo, mas todos eles pensam, e como pensam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esse “eu” brigam por um espaço pra expor sua arte, sua guerra, sua crítica, sua fúria e todos eles lutam para aplacar sua solidão, eu os criei a minha imagem e semelhança e eles cresceram, evoluíram e agora vivem seus desertos da prova, sedentos por saber o que espera-os a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu espero que eles possam me ensinar alguma coisa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-1106754280009334280?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/1106754280009334280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-meu-deserto.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/1106754280009334280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/1106754280009334280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-meu-deserto.html' title='Do meu Deserto'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-698953860745109449</id><published>2008-06-02T19:25:00.000-03:00</published><updated>2008-06-02T19:26:06.909-03:00</updated><title type='text'>Do faz de conta!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;Era uma vez... Bem, na verdade não era vez nenhuma por que se realmente fosse a vez de alguém essa seria a minha vez, pois eu iria contar a estória não querendo ser chato mas já sendo crítico para quê diabos as pessoas contam estórias?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;Estava lendo uns blogs pela rede, coisa que eu nunca me imaginei fazendo, até por que é pura falta do que fazer, algumas narrativas muitas delas boas outras, nem tanto mas o interessante é que são narrativas, ou seja, contadas estórias de ninguém. Não existe fim nem começo nesses contos apenas aquilo que o autor imaginou, bela tarde de verão sentia o vento em seu cabelo e coisas do gênero.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;Bem talvez eu esteja comentando pura e simplesmente pelo fato de que eu não possuo tal habilidade, para falar a verdade sou um péssimo contador de estórias e na verdade invejo aqueles que o fazem, mas ainda sim me atendo ao tema. Por favor completem suas estórias, e o leitor me pergunta mas o que tem demais em escrever um fragmento de uma narrativa apenas para exercitar a mente e eu respondo, leia o post anterior, “Do real” para ser mais específico. “O quê??”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;Pois é, então conte uma estória e corra o risco de se deixar envolver por algo pelo qual você tanto se defende, a grande graça da coisa é que hoje em dia poucos terminam suas estórias tudo passa muito rápido, talvez seja apenas um piscar de olhos o lapso que separa o indivíduo da defasagem e na ânsia de viver acabamos nos permitindo negar o tempo, por quê ele passa muito mais rápido do que se pode acompanhar então somos obrigados a&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;trocar, não importa o que mas troque, troque tudo, sua roupa, seu celular, seu/sua namorado(a), sua vida seu trabalho, seus ideais, e também... suas estórias!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;Curioso, antigamente as pessoas viviam em busca da vida após a morte e regidas pela ética do dever cumpriam suas tarefas, demandas sagradas a elas incumbidas pelo próprio divino. Nesse tempo, as pessoas viviam em função da boa morte e acreditavam poder viver eternamente após a sua contribuição no mundo dos “polegares opositores”*, mas hoje, bem hoje as pessoas são eternas, ou não, mas se não forem pelo menos tentam ser, então o que será que tem haver isso tudo com estórias em blogs?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;As pessoas não são eternas, na verdade elas deixam esse mundo até bem rápido então o que fazer? Tentam viver eternamente e intensamente, condensam todas as vivencias em uma vida só, traduzindo para português. Por quê não fazer tantas coisas eu puder em vez de uma coisa só até onde puder? Ai a coisa fica interessante, pois os contadores de estórias de blogs caem como uma luva, nuca se prendem a um tema assim como as pessoas nunca se prendem a nada e o sabor do recomeçar não existe nesses casos acho eu, partindo do pré-suporto de que precisamos acabar algo para recomeçar, então cada estória do contador de estórias é apenas um começo, começo esse que não chega a ter um fim frustrante, pois em nossos tempos alucinados é perda de tempo ficar frustrado, alguém vai pensar antes de você na próxima estória, então deixa essa ai e parte para uma próxima, o personagem do conto anterior, bem, ele é passado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;Concluindo, são estórias sem fim, assim como somos pessoas sem fim, originadas de começos e apenas começos incompletos. A nós não nos cabe o direito da falta pois a falta é a fraqueza e fraqueza é passado, passado é tempo e o tempo anda, não ele voa e ultimamente não estamos tendo tempo de curtir nem nossas próprias histórias então escrevem-se estórias de cada um, de cada um de nós, de cada ninguém como alguém que não é e que precisa parecer que é!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 24pt;"&gt;*Falarei dos polegares posteriormente!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-698953860745109449?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/698953860745109449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-faz-de-conta.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/698953860745109449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/698953860745109449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-faz-de-conta.html' title='Do faz de conta!'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-8359826255532076537</id><published>2008-06-01T10:32:00.000-03:00</published><updated>2008-06-01T10:33:46.604-03:00</updated><title type='text'>Do meu dia de Ninguem</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Então, cá estou eu decidido a originar algo, um algo um tanto vago eu presumo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estava eu a observar as pessoas, transeuntes distraídos, caminhantes em vias controladas por semáforos inteligentes. Engraçado que os sinais funcionam de uma maneira tal que iniciada uma contagem para a próxima parada se pode percorrer distâncias entre vários deles, todos alegremente verdes contando cada um seu tempo, cada um em seu tempo, cada tempo em seu lugar, cada tempo em seu próprio tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Passear por uma via controlada, por esses silenciosos semáforos, é como caminhar no tempo e ao mesmo tempo fora dele e à medida que se passam os postes a contagem continua...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;28, 27, 26 25, 30, 28, 27, 26, 28,27...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vários tempos ao mesmo tempo e ao mesmo tempo, tempo nenhum, mas ele passa e passa para todos, mas não nas vias. Nessas vias eu não sou ninguém, pois sou o mesmo a cada contagem, pois sou o mesmo e os tempos são outros, sou igual a outros que ali transitam, que irão chegar a algum lugar assim como eu mas ali não estão em lugar algum, são nada mais que alguns vivendo mais um dos seus bem quistos dias de ninguém.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-8359826255532076537?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/8359826255532076537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-meu-dia-de-ninguem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/8359826255532076537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/8359826255532076537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/06/do-meu-dia-de-ninguem.html' title='Do meu dia de Ninguem'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-379016294355159574</id><published>2008-05-30T19:44:00.000-03:00</published><updated>2008-05-30T19:45:45.842-03:00</updated><title type='text'>Deus</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Tentando entender os princípios da vida&lt;br /&gt;Tentando entender a mim mesmo&lt;br /&gt;Eu criei o mundo para ser a imagem de mim mesmo, da minha mente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes conceitos, todas estas duvidas e esperanças&lt;br /&gt;ao redor&lt;br /&gt;Eu tomei para fora para formar uma nova raça&lt;br /&gt;Um novo jeito de ser&lt;br /&gt;E agora eu sou uma multidão, tão grande&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão extenso quanto eu já fosse&lt;br /&gt;Ainda, ao mesmo tempo&lt;br /&gt;Tão pequeno e mais vulnerável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles todos carregam pedaços da totalidade&lt;br /&gt;Juntos eles se transformam &lt;st1:personname productid="em mim￼Eu" st="on"&gt;em  mim&lt;br /&gt; Eu&lt;/st1:PersonName&gt; vejo eles agirem, desenvolverem&lt;br /&gt;Eu vejo eles pegarem diferentes caminhos&lt;br /&gt;Tanto onde eles pensam variadamente&lt;br /&gt;Crentes dos diferentes caminhos, e diferentes deuses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu penso que eles vão me ensinar alguma coisa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-Trecho da Musica Deus Nova de um grupo chamado Pain of salvation&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Notas de um Ninguém assim como eu.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-379016294355159574?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/379016294355159574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/05/deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/379016294355159574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/379016294355159574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/05/deus.html' title='Deus'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-9032853632419119676</id><published>2008-05-30T18:47:00.000-03:00</published><updated>2008-05-30T18:50:19.864-03:00</updated><title type='text'>Do Real</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;O consumo hoje é uma das grandes marcas do neoliberalismo capitalista e também um dos grandes denunciadores de uma grande doença da cultura pós moderna que é a perversão do próprio sistema significada como a cultura do vazio. É interessante entender a dinâmica social humana como uma dinâmica perversa, pois a mesma se apodera da marca da lei e horizontaliza os padrões de relação, então pode-se dizer que vive-se um mundo regido pela bandeira do prazer, mundo esse que evidencia a efemeridade das coisas tão quanto das pessoas que nele habitam e coabitam suas necessidades.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Na ausência de uma base sólida as reações orientadas ao vinculo perdem o sentido e conseqüentemente a estrutura orientada pela lei poe-se ao chão. Na falta de um prol comum tornam-se possíveis os indivíduos universais e particulares orientados para si e regidos pela moral do entretenimento e se tudo pode, se todos podem ser qualquer coisa, se não existe um unidade fundada como pilar, então a nova lei se instala como não lei e neste pondo o grande “gozo” é parecer que é, já que a nada é permitido ser por tempo suficiente para funda o princípio ou lei moral. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Encontra-se ai um mundo perverso que em sua nova versão da realidade veste a bandeira do neoliberalismo introduzido com a grande lei fálica, lei essa pautada na transitoriedade do gozo, então não cabe mais ao indivíduo a busca pelo prazer, pois em sua inalcançável busca pela satisfação, acaba gozando sempre a própria estrutura perversa na cultura que se ergue a partir do vazio e neste ponto os vínculos se desfazem, as relações passam a se dar de maneira clientelista. O grande bem do consumo é o outro, outro este que se ordena imaginariamente sendo desprovido de forma e motivo, amorfo, resultado de uma ferida narcísica aberta em cada indivíduo universal e singular pelo vazio simbólico de um Grande-Outro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Consumimos a tudo e a todos buscando suprir uma falta em que não nos é permitida&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;a dor, ou seja, “o poeta finge que sente, a dor que de veras sente”, mas esta dor não é estrutura no sujeito que luta em busca de um substituto para sua falta. A grande lei do consumo se baseia então num sintoma, ou melhor dizendo, o consumo é o grande sintoma da nossa cultura alucinada e esse desejo de consumo é a nós ordenado como um remédio para esta ferida que nos coloca a mercê de uma macroestrutura pela qual tomamos para nós as dores de um mundo “dodói”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-9032853632419119676?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/9032853632419119676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/05/do-real.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/9032853632419119676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/9032853632419119676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/05/do-real.html' title='Do Real'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3557021395611293940.post-4368375685975180439</id><published>2008-05-29T15:20:00.001-03:00</published><updated>2008-05-29T15:27:51.388-03:00</updated><title type='text'>Do seu amigo imaginário!</title><content type='html'>Então deveria eu inaugurar este espaço com uma frase que julgo ser de bastante importância para a minha construção como Bloggeiro, individuo orientado vergonhosamente para dentro, motivado pura e simplesmente pela vontade de ter um amigo imaginário, um desses tipos que se pode espernear idéias, desenhar sentimentos ou mesmo pedir encarecidamente que escute Besteirol!..&lt;br /&gt;“Meus pensamentos voam e minhas palavras, bem, digamos que elas rastejam por ai”&lt;br /&gt;Escrever para quem?&lt;br /&gt;Com que finalidade?&lt;br /&gt;Na realidade escrever é um saco!.&lt;br /&gt;Curiosamente me senti seduzido pela idéia de ter um amigo imaginário que inicialmente batizei como “papel” e ai pensei, que bom eu posso conversar com o papel as minhas desventuras e enrascadas pelas idéias, então pensei eu poderia colocar isso na rede para que as outras pessoas vejam, bem então eu poderia ser o amigo virtual de alguém, que assim como eu brinca de chamar o papel de amigo imaginário ou coisa parecida.&lt;br /&gt;A grande verdade é que não me é necessário ou mesmo cabível colocar-me em posição de julgamento de meus próprios atos, sendo eles irrelevantes na construção desta reflexão, que no cair das suas águas não passa de uma ladainha retórica baseada na minha inexperiência com as palavras, palavras estas que me fogem ao léxico quando me perco em minhas analises “antropometapsicoleigas” das coisas banais.&lt;br /&gt;-Então para que diabos um Blog?&lt;br /&gt;-Então diabos para que um Blog?&lt;br /&gt;-Então diabos para que a pergunta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3557021395611293940-4368375685975180439?l=seuamigoimaginario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/feeds/4368375685975180439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/05/do-seu-amigo-imaginrio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4368375685975180439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3557021395611293940/posts/default/4368375685975180439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seuamigoimaginario.blogspot.com/2008/05/do-seu-amigo-imaginrio.html' title='Do seu amigo imaginário!'/><author><name>Leandro Gabian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05102816776044652684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_-XNxzsRFJCs/Sxve30j9RdI/AAAAAAAAAAM/CFolzkNGtM4/S220/IMG053-01.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
